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Pirâmide do Capitalismo


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O Som "20s" 18000Hz


Quer tentar escutar o "20S" ? Clique aqui: Sinewave 18000Hz (em 20s)
 
Tente ouvir este som. Ele é chamado de "20s", o som que apenas uma faixa etária pode ouvir. É uma onda de 18.000 Hz (em comparação, um apito de cachorro está na faixa de 16.000 - 22.000 Hz - o que significa um cão pode ouvir este som também). Este som é utilizado por alguns adolescentes como toque de seu celular para que apenas eles (e outros de sua faixa etária é claro) possam dizer quando o telefone está tocando. Na Inglaterra, por exemplo, quando as autoridades desejam expulsar os adolescentes de certos lugares, ocasionalmente utilizam esse artifício, colocando esse som em altíssima intensidade para incomodá-los (visto que só eles poderão ouvir).
O ouvido interno dos seres humanos têm um design funcional para ouvir os sons em uma faixa de freqüência. Audição não é uma mera função de ouvidos, mas sim um conjunto entre ouvido e algumas regiões do cérebro. Conforme as pessoas envelhecem, perdem a habilidade de ouvir sons mais agudos _ que é a razão pela qual apenas jovens poderem ouvir este som - é muito elevado para a maioria das pessoas com idade superior a 20.

O Efeito Ganzfeld



No começo isso pode parecer uma piada de mau gosto. A experiência é a seguinte: Sintonize o rádio em uma estação que reproduza estática (aquele chio chato). Em seguida, deite-se em um sofá, apague as luzes e com uma fita dupla e duas metades de uma bolinha de pingue-pong, cubra seus olhos colando as metades das bolinhas conforme mostra a figura acima ( tome cuidado na hora de cortar a bolinha e colar para não se machucar). Dentro de minutos você deve começar a sentir um bizarro conjunto de distorções sensoriais.
Algumas pessoas vêem os cavalos galopando nas nuvens, outras ouvem a voz de um parente morto e logicamente algumas não conseguem ver nada e pegam no sono. Acontece que a mente da maioria das pessoas é viciada em sensações de modo que quando há poucas sensações (que é a finalidade de bolas de ping pong e estática, bloqueando os sentidos) o seu cérebro acaba por inventar suas próprias.

O Planeta Terra Em Tempo Real, No Seu Desktop !

Escrevo hoje para falar de um software no mínimo, incrível !
Não é todo mundo que gosta desse tipo de aplicativo, mas sou aficcionado por espaço e tenho várias imagens de vários planetas no meu computador.

Mas o fato é que navegando pela internet, mais precisamente no site Baixaki me deparei com o Desktop Earth.
Ele é incrível, seu papel de parede é trocado por um mapa mundi em foto de satélite, e o melhor: Você acompanha em tempo real o anoitecer e o amanhecer em todas as partes do globo.

E pra quem só de ler em trocar seu papel de parede já ficou com nojo, não se preocupe, não compromete o processamento do computador, nao irá ficar lento, é como se fosse um papel de parede normal.

Veja algumas fotos que eu fiz:
(Clique para aumentá-las)







Voces podem observar na primeira foto que a mancha escura que representa a noite, estava vindo em direção ao Brasil, se olharem no relógio da foto, iram ver que está marcando 15:47, em perfeita sincronia com a rotação da terra.
Na Imagem 2, é revelada a janela de configurações do programa. Onde pode ser configurado o fuso-horário e também, aumentar ou diminuir as nuvens no mapa.

Outro fato importante é que o DesktopEarth não precisa da internet pra sincronizar, ele utiliza o relógio do seu próprio computador pra atualizar a imagem.

Ótimo programa, você pode baixá-lo aqui:

E Se A Terra Tivesse Anéis Como Saturno ?



Nunca se perguntou como seria a Terra se ela tivesse anéis como os de Saturno?
Bem meus amigos, seria totalemte possível eles existirem sob nossas cabeças. Mas não seria só alegria... 




Em uma noite escura, uma mancha surge no céu e começa a crescer. Ela logo assume o aspecto de uma faixa brilhante e colorida, que se expande para o lado, em direção ao horizonte. Ainda faltam algumas horas para o Sol nascer, mas em um planeta cercado por anéis a alvorada começa mais cedo.
Fora a beleza do nascer e do pôr-do-sol, quase tudo na nossa vida seria mais difícil se a Terra tivesse o jeitão de Saturno. Se já tivemos ou não anéis permanece uma polêmica, tanto quanto ainda é uma dúvida como se formaram os círculos em volta dos outros astros do sistema solar (embora menos visíveis, há anéis em Júpiter, Urano e Netuno). As teorias mais aceitas dizem que eles surgiram junto com os planetas, ou que nasceram de colisões entre suas luas. Qualquer que seja o caso, ficamos livres deles.


 Quanto mais perto dos Polos, maiores seriam os anéis


Mas ainda há uma outra possibilidade: um meteoro que atingisse a Terra poderia nos dar um sistema de anéis.
O impacto causaria explosões em todo o planeta, aumento brutal da temperatura e uma camada de poeira que cobriria a luz do Sol durante cerca de um ano. Grande parte da vida desapareceria, quase toda a humanidade incluída. Porém, quem sobrevivesse passaria a morar em um lugar completamente diferente. Um incrível anel em volta da Terra jogaria sobre nós uma enorme sombra, que mudaria de lugar à medida que o planeta girasse em torno do Sol. Ela se deslocaria entre os trópicos acompanhando o inverno: estaria sobre o hemisfério sul nos meses de junho, julho e agosto e sobre o norte nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. A largura da sombra também mudaria. Nos solstícios, quando ela atingiria seu maior tamanho, a escuridão talvez cobrisse uma faixa que fosse de São Paulo a Maceió.




O anel refletiria os raios solares e diminuiria a quantidade de calor que o nosso planeta recebe. "Todo o clima da Terra seria afetado", diz o meteorologista Peter Fawcett, da Universidade do Novo México, Estados Unidos. Ele montou, junto com o físico Mark Boslough, dos Laboratórios Nacionais Sandia, também no Novo México, uma simulação em computador do impacto que um anel teria nas condições meteorológicas.
O círculo opaco imaginado pela dupla é um tanto improvável, mas dá uma boa idéia do que poderia acontecer. No modelo, as áreas na sombra do anel ficam muito mais frias e deixam de ceder calor para as demais regiões. A temperatura média da Terra diminui 8 graus centígrados e só ultrapassa os 20 graus em pouquíssimas localidades, como partes do deserto do Saara. As camadas de gelo que hoje estão sobre os pólos se espalham por todos os continentes. Durante o inverno, por exemplo, a temperatura média no Amazonas passa a ser de 10 graus centígrados e toda a região ao sul do Mato Grosso fica debaixo de neve. Quando é inverno no hemisfério norte, o gelo passa a cobrir quase todo o Saara. O esfriamento reduz a evaporação da água e o mundo se torna mais seco. O volume de chuvas diminui em média 71%. Os ventos também se enfraquecem por causa da menor diferença de temperatura entre a linha do Equador e os pólos.




 Não é difícil imaginar que a vida na Terra como a conhecemos passaria por maus momentos. As espécies que sobrevivessem ao asteróide precisariam se adaptar às novas condições, mas em contrapartida teriam muito espaço para crescer. "Nessas condições, a evolução acontece de forma rápida", afirma o paleontólogo Reinaldo Bertini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Os animais de hoje talvez dessem origem a espécies mais bem adaptadas em algumas dezenas de milhares de anos, uma piscadela em termos evolutivos. As beneficiadas seriam aquelas já adaptadas a viver no frio, como pingüins, ursos e peixes polares. Insetos e pássaros, pela enorme quantidade de espécies que existe hoje, também poderiam desenvolver truques para migrar entre as áreas ou resistir às variações sazonais. Hibernar para fugir do frio seria uma habilidade invejada. Para nós, caçar e pescar seriam boas fontes de alimento, já que plantar e criar animais seria muito mais difícil.


Quanto mais perto da Linha do Equador, mais finos seriam os anéis.


É provável, no entanto, que a brincadeira não durasse para sempre. "Os anéis tendem a se dissipar pela ação de efeitos como a radiação solar ou colisões entre as partículas. Se não houver um outro mecanismo que os preserve, como a ação de um satélite, eles podem desaparecer em alguns meses", diz a astrônoma Silvia Maria Giuliatti Winter, da Unesp. O cenário montado pela simulação de Boslough e Fawcett se assemelha às eras glaciais que o nosso planeta já teve, em especial a do Eoceno, há 35,5 milhões de anos. A descoberta reforça a idéia ainda bastante controversa de que, durante esse período, a Terra tenha tido anéis gerados pelo impacto de asteróides e que desapareceram 100 mil anos depois. Se o novo anel tiver o mesmo destino, milênios depois o planeta voltaria a ter características muito parecidas com as de hoje. Já os habitantes teriam mudado para sempre.

 A Religião, Mitologia e o modo de entedermos o espaço seriam muito diferentes.


Abaixo, um vídeo muito interessante que mostra mais belas imagens e explica os efeitos destes lindos, porém problemáticos, anéis de poeira cósmica.


Fonte, revista superinteressante. Adaptado Blog Big Pen.

Como Realmente Foi O Ataque Nuclear em Hiroshima e Nagasaki


 Gota D'água com formato de cogumelo nuclear.

Olá meus leitores, a falta de atualizações das últimas semanas se deram devido à mudança que estou fazendo.
Agora estou morando em Itapema/SC.


Mas para me redimir, estou postando aqui um vídeo incrível que já possuo há algum tempo.
É sobre o ataque nuclear à Hiroshima e à Nagasaki no fim da Segunda Guerra Mundial.

Um belo trabalho elaborado por Cauã Donadelli Stopiglia.
A trilha sonora ficou com a música B.Y.O.B. da banda System of Down !
*Agradecimentos ao Igor que corrigiu o nome da música.

Enjoy it !


O Universo Conhecido

Simplesmente, o vídeo mais fantástico que eu já vi.
Mostra o universo que nós conhecemos.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

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